Tutu, gelando de cima a baixo.

Olá amigos! Tudo bem com vocês?

Tutu e eu pedimos desculpas pelo atraso nas postagens. Mas eu e o Tutu temos andado muito, esses dias, à procura de uma soluçãozinha de coisa que temos para resolver. 

No entanto, os amigos curtidores, colaboradores e frequentadores de nossa Home Page e do nosso Blog, não tem nada haver com nossas brasas. Mas, Eu e o Tutu entendemos que devemos a vocês, e aos mais de 1520 curtidores de nossa Fã Page,  os mais sinceros e devidos respeitos que vocês merecem!”

Então, voltamos em nossa aventura a caminho da cidade do Rio de Janeiro...

Povo, Tutu e eu fazíamos a nossa primeira viagem longa. Ou seja, era a primeira desde que eu e o Tutu estávamos juntos. E essa ineditamente, foi a primeira viagem "Alfa" longa que compartilhávamos.  Tutu e eu estávamos fazendo história um  na vida do outro. Essa foi  derradeira viagem de mais de três horas que fazíamos. 

Para vocês terem uma ideia e noção de tempo, eu e o Tutu já estávamos na estrada há mais de 7 horas, e sem parar por mais de cinco minutos. às nossas paradas eram só nos postos de combustíveis, e motor pra quê ti quero! 

Na ida para o Estado Carioca, chegamos até a famosa e perigosa Serra das Araras.  Eu já tinha ouvido falar muitas histórias negativas sobre o alto índice de periculosidade e riscos de descer a Serra das Araras. Então, nós descíamos com muita cautela aquele grande monte.

Tutu, como sempre, demonstrando arrojo segurança e conforto contornava cada curva da Serra com muita diligência e precaução.  

Ia tudo muito bem e seguro na descida daquele pico. Mas eis que surge atrás de nós um caminhão bi-trem. Confesso que me espantou, quando olhei pelo retrovisor, a velocidade que descia aquela carreta. Meu Monza Tubarão, naquele instante que pressentiu a aproximação do veículo grandalhão, acho que, quase se borrou todo.

Ao olhar no retrovisor, percebi que o carretão vinha descendo com os alertas ligados. Sem pensar duas vezes, na primeira brecha de acostamento que vimos ao descer aquele pico, nós entramos e saímos da frente daquele bi-trem que passou por nós, igual uma locomotiva bufando.

Tutu e eu descíamos a uns 40 ou 50kmh, aquela monstrenga deveria estar a uns 60. Lembro que eu estava com a janela aberta e ouvi aquele som: “VRUMPT”. A velocidade que passou por nós o caminhão "Golias".

Ao chegar o final da serra encontramos, em um acostamento estacionado, o gigantão.  O condutor daquele veículo fez sinal para que parássemos. Joguei o pisca alerta e paramos.

Logo que encostamos, o motorista do bi-trem veio até ao nosso alcance e argumentou: “Graças a Deus que vocês saíram da frente. Minha carreta, “Margareth”, estava com os freios a zero e nem a buzina  funcionou. A única coisa que pude fazer, para alertá-los, foi ligar o pisca alerta. Ainda bem que você viu, Desci esse "morraréu" aí e usando o freio a motor. Temi, por um momento, passar por cima de vocês”, disse o homem.

Pense vocês num carro que, não parava de tremer de medo! Pessoal, o Tutu, assim como eu, gelou de cima a baixo. Mas no fim deu certo!

Após esse episódio, seguimos em nossa jornada rumo ao Rio de Janeiro.

Você que também quer contar a sua historia com o seu Monza, seja ele Tubarão ou não, enviei e-mail para: Monzatutu@yahoo.com.br
Estamos esperando as tuas aventuras!  


Poesias & Crônicas de Márcio Nato